Conectividade,

proteção de dados e

troca de informações

para ambientes críticos

A Fiandeira ajuda empresas de setores altamente regulados a viabilizar acesso remoto seguro, proteger dados sensíveis e modernizar a troca de informações

críticas com controle, resiliência e governança.

nossos PILARES DE ESPECIALIZAÇÃO

Imagem quadrada branca em branco

Segurança da Informação

Proteção, governança e resiliência dos dados, com foco na prevenção de vazamentos, no uso seguro da informação em ambientes digitais e de IA, na proteção de dados não estruturados e na continuidade operacional.

Quadrado branco em branco sem conteúdo visível

Conectividade para Ambientes Críticos

Garantir acesso seguro, confiável e de alto desempenho a aplicações, desktops e sistemas corporativos críticos, conectando usuários, ambientes e operações com governança, controle, modernização de acesso e aderência às exigências atuais de segurança digital.

O QUE A FIANDEIRA ENTREGA

Soluções especializadas para viabilizar acesso remoto seguro, modernizar acessos legados, proteger dados sensíveis e governar a troca de informações críticas em ambientes regulados e de alta exigência operacional.

Ícone abstrato preto de rede com círculos conectados dentro de um anel parcial.

Acesso Remoto Seguro

de Alto Desempenho

Conecte usuários a aplicações e desktops críticos com segurança, fluidez e alta performance, inclusive em cenários de alta demanda gráfica e operações que exigem disponibilidade contínua.

Símbolo preto de proibição: um círculo com uma barra diagonal no interior.

Proteção de Dados Sensíveis e Uso Seguro da Informação

Proteja documentos, arquivos e informações críticas contra vazamentos, acessos indevidos e uso inadequado, inclusive em fluxos que envolvem IA, colaboração digital e ambientes regulados.

Ícone de raio preto com um recorte menor de raio sobre fundo branco.

Acesso Remoto Seguro para SAGE SCADA

Somos referência no setor elétrico e de energia em acesso remoto seguro ao SAGE SCADA do CEPEL, apoiando operações críticas com segurança, desempenho e aderência às exigências desse ambiente.

Ícone de linha preta representando um rack de servidores com um painel central e colunas de ventilação laterais.

Modernização de Acesso a Sistemas Legados

Modernizamos o acesso a aplicações legadas Mainframe e outros Hosts com gestão centralizada, integração a ecossistemas de identidade como IAM, MFA e SSO, além de criptografia moderna e trilhas de auditoria que reforçam segurança, controle e governança.

Ícone de globo terrestre em preto e branco com um centro circular e duas setas apontando em direções opostas.

Troca Segura de Informações via Managed File Transfer

Automatizamos e governamos a troca de arquivos entre sistemas, parceiros e ambientes corporativos com criptografia forte, rastreabilidade, auditoria e preparo para cenários de segurança avançada, incluindo criptoagilidade e evolução para criptografia pós-quântica.

Ícone de envelope e cadeado indicando e-mail seguro ou mensagem privada

Compartilhamento Seguro de Arquivos sem Anexos Inseguros

Substituímos anexos tradicionais de e-mail por uma abordagem mais segura, controlada e rastreável para o envio de informações críticas a clientes, fornecedores e parceiros de negócio.

confiança, proteção e parceria

A Fiandeira combina conhecimento técnico, tecnologias especializadas e proximidade com o cliente para entregar soluções de segurança e conectividade aplicáveis a ambientes críticos.

  • Atuação desde 2015 em conectividade e segurança da informação
  • Empresa especializada, não generalista — foco técnico real
  • Suporte próximo e comprometido em cada projeto
  • Soluções aplicáveis a ambientes críticos, regulados e exigentes
  • Confiança construída com clientes ao longo de uma década

A Fiandeira não é uma fornecedora genérica. É uma empresa que entende seu ambiente, domina o assunto e entrega com excelência.

ECOSSISTEMA TECNOLÓGICO

A Fiandeira representa e viabiliza no Brasil tecnologias especializadas de parceiros globais, combinando atuação comercial, consultiva, implantação e suporte técnico para atender organizações que operam em ambientes críticos e altamente regulados.

Logotipo da Rocket Software com ícone listrado roxo e nome da marca em preto sobre fundo branco.

Rocket Software

Soluções de conectividade segura, acesso remoto de alto desempenho e modernização do acesso a sistemas legados e ambientes críticos.

Logotipo da bTrade com um

bTrade

Soluções de managed file transfer para automatizar, proteger e governar a troca de informações críticas entre sistemas, parceiros e ambientes corporativos.

Logotipo SIMBIOLÓGICO em preto e laranja sobre fundo branco

Symbologic

Soluções de proteção de dados sensíveis, governança da informação e uso seguro de dados em ambientes digitais, incluindo IA e GenAI.

Logotipo vermelho da NOMACHINE sobre fundo branco

NoMachine

Soluções de acesso remoto de alta performance para desktops e aplicações, com foco em desempenho gráfico, segurança e experiência de uso.

SETORES QUE ATENDEMOS

Atuamos ao lado de organizações de setores altamente regulados e operações críticas, que exigem segurança, confiabilidade, governança e continuidade em seus ambientes digitais.

Setor Público e Ambientes Regulados

Soluções para órgãos e organizações que precisam fortalecer segurança, governança, controle de acessos e movimentação confiável de informações em contextos de elevada exigência regulatória e institucional.

Energia e Utilities

Acesso remoto seguro para SCADA e ambientes operacionais, proteção de dados sensíveis e troca confiável de informações entre centros de operação, equipes de campo, parceiros e sistemas corporativos.

Serviços Financeiros

Acesso seguro a sistemas legados de Mainframe, Governança da informação, proteção de dados sensíveis, controle de acessos e troca segura de arquivos e registros regulados em ambientes sujeitos a exigências rigorosas de compliance e auditoria

Seguros

Proteção de documentos, dados de clientes e fluxos internos de informação, com controle de acesso, rastreabilidade e suporte à conformidade em operações com alto volume de dados sensíveis.

Jurídico e Propriedade Intelectual

Classificação e proteção de documentos confidenciais, controle de compartilhamento e prevenção de vazamentos em escritórios e departamentos jurídicos.

Indústria e Manufatura

Conectividade segura para aplicações críticas, proteção de projetos, desenhos técnicos e documentos de engenharia, além de integração rastreável entre plantas, fornecedores e áreas corporativas.

Mineração e Recursos Minerais

Segurança e desempenho para operações remotas, proteção de informações estratégicas e suporte à continuidade operacional em ambientes distribuídos, críticos e de alta exigência técnica.

Logística e Cadeia de Suprimentos

Integração segura entre sistemas, parceiros e operadores, com automação da troca de arquivos, visibilidade dos fluxos de informação e redução de falhas operacionais em processos críticos.

Empresas de diferentes segmentos confiam na Fiandeira para proteger informações, modernizar acessos e dar suporte a operações críticas com segurança e confiabilidade.

**devido a termos de confidencialidade, alguns clientes não podem ter seus nomes divulgados

clientes

Logotipo da Isa Energia em cursiva azul com detalhes em azul escuro e laranja.
Logo do ONS em verde com o texto “Operador Nacional do Sistema Elétrico” em cinza claro.
Logotipo da CPFL Transmissão em azul com faixas vermelhas, verdes e laranjas acima.
Logotipo da Eletrobras Cepel em azul e verde sobre fundo branco.

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fique por dentro de nossos artigos e comunicações

21 de julho de 2026
O risco do acesso remoto gratuito – Economia vale expor ambientes críticos? O acesso remoto sempre foi tratado como uma camada operacional secundária. Uma ferramenta utilitária, escolhida muitas vezes pela conveniência, pela rapidez de implantação ou simplesmente pelo fato de funcionar mesmo que seja uma solução freemium ou de uso gratuito. Essa forma de pensar já foi responsável por vários problemas operacionais nas empresas, com muitos casos relatados. Esse raciocínio, contudo, começa a ruir à medida que empresas passam a operar ambientes cada vez mais críticos, gráficos, distribuídos e regulados. Atualmente, em infraestruturas de alto desempenho, ambientes HPC, centros de engenharia, operações industriais, sistemas OT e plataformas corporativas sensíveis, o acesso remoto deixou de ser um meio e passou a ser parte essencial e mandatória de uma arquitetura tecnológica robusta e extremamente sensível . E é justamente nesse ponto onde riscos são desprezados na adoção de soluções freemium, open source (nem todas) sem suporte ou ferramentas gratuitas para acessar ambientes críticos. O conforto perigoso do “custo zero” Softwares de acesso remoto gratuitos exercem um apelo sedutor. A pressão orçamentária constante, especialmente em áreas técnicas, a promessa é sedutora: acesso funcional, implantação rápida e nenhum custo inicial. O problema é que o custo real dessas ferramentas raramente aparece na planilha orçamentária . Por numerosas vezes já foi demonstrado que soluções freemium apresentam fragilidades estruturais quando utilizadas em ambientes de alta criticidade, sobretudo em três frentes centrais: segurança, performance e conformidade . O que inicialmente parece economia, frequentemente se transforma em exposição. Segurança deixada de lado? Ambientes críticos exigem controles consistentes de identidade, autenticação, rastreabilidade, atualização contínua e capacidade de investigação e auditoria. Ferramentas gratuitas, em sua maioria, não foram projetadas para atender esse nível de exigência. Entre os principais riscos observados estão: ausência ou limitação de autenticação multifator (MFA); gerenciamento precário de sessões e credenciais; criptografia inconsistente ou insuficiente; inexistência de monitoramento avançado e trilhas de auditoria; dependência de bibliotecas e componentes de terceiros sem governança. Falhas de configuração e ausência de patches de correção ampliam significativamente a superfície de ataque, criando oportunidades reais para exploração externa e interna. Em outras palavras, o acesso remoto passa a ser uma porta lateral aberta para ambientes estratégicos num ambiente onde ataques exploram credenciais válidas , acessos remotos expostos e ferramentas pouco monitoradas. Se isso não é um risco de governança e de segurança para as empresas, não sei mais o que é. O risco ampliado em ambientes OT e infraestrutura crítica Quando o acesso remoto alcança ambientes industriais, energia, manufatura, engenharia ou pesquisa, o impacto é ainda maior. Não se trata apenas de dados, mas de continuidade operacional, segurança física e estabilidade de sistemas essenciais. Vulnerabilidades exploradas por grupos hackers frequentemente se originam exatamente em pontos de acesso remoto mal protegidos, sobretudo quando não há ciclo regular de atualização e suporte técnico do fabricante . Sem suporte formal, não há SLA. Sem fabricante, não há responsável. Sem correções garantidas, não há gestão de riscos. A Performance pode ocasionar o gargalo no acesso Outro aspecto frequentemente negligenciado é o desempenho. Ferramentas gratuitas tendem a operar bem em cenários simples, como acesso administrativo, uso pontual, baixa exigência gráfica. Algumas atendem bem o quesito gráfico, mas pecam no gerenciamento, conformidade e delay de tela, teclado e mouse, por exemplo. O problema surge quando são levadas para contextos que envolvem: aplicações gráficas intensivas; engenharia 2D/3D; modelagem, simulação e análise; ambientes HPC; múltiplos usuários simultâneos. Problemas recorrentes de latência elevada, degradação de imagem, instabilidade e limitação de escalabilidade provocam problemas operacionais e produtivos. Em ambientes de alta demanda gráfica, o acesso remoto deixa de ser transparente e passa a comprometer diretamente produtividade, precisão e experiência do usuário. O resultado é conhecido: retrabalho, frustração técnica e perda de eficiência operacional. Shadow IT e decisões fora da governança Há ainda um fator humano e organizacional que amplia esse cenário. Em muitas empresas, áreas técnicas altamente especializadas enfrentam restrições orçamentárias para aquisição de soluções padrão “enterprise”. Na prática, isso gera um fenômeno recorrente: especialistas adotam ferramentas gratuitas por conta própria para manter a operação funcionando. É o chamado shadow IT. Embora compreensível do ponto de vista operacional, esse movimento cria um desalinhamento perigoso entre: o que a área de segurança acredita estar protegido; o que efetivamente está sendo utilizado para acessar ambientes críticos. Sem visibilidade, sem política formal e sem controle centralizado, o acesso remoto passa a existir fora da governança corporativa, exatamente onde o risco cresce de forma exponencial. Conformidade vai além do aspecto técnico À medida que normas, auditorias e regulações avançam, o acesso remoto entra no radar de conformidade. Setores regulados exigem: rastreabilidade de acessos; controle de identidade; segregação de funções; comprovação de atualizações; responsabilização do fornecedor. Ferramentas gratuitas dificilmente conseguem atender a esses requisitos de forma consistente. O relatório destaca riscos claros relacionados à não conformidade com normas e legislações, sobretudo quando há terceiros envolvidos ou dados sensíveis em circulação. Já ferramentas freemium trazem algumas funcionalidades liberadas e outras apenas quando se paga a licença de uso ou a subscrição, o que é completamente contrário a qualquer política de gestão de ativos e riscos. Existem ferramentas Open source que são ótimas, mas necessitam de um controle e gestão forte pois muitas vulnerabilidades e correções precisam do engajamento da comunidade e, até a solução ser disponibilizada, coloca em xeque o ambiente das empresas. Nesse estágio, o problema já não é mais técnico, tornando-se de âmbito jurídico, regulatório e reputacional. Por que soluções enterprise se tornam inevitáveis Soluções de acesso remoto voltadas ao mercado enterprise não surgem apenas como versões “pagas” de ferramentas gratuitas. Elas são construídas a partir de outra lógica: arquitetura pensada para alta performance gráfica; protocolos otimizados para baixa latência; suporte formal e contínuo; ciclos previsíveis de atualização e correção; integração com identidade corporativa; governança, auditoria e conformidade. Em ambientes críticos, o acesso remoto deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a ser parte integrante e crítica da infraestrutura . E infraestrutura não pode depender de improviso e soluções sem respaldo técnico e gerencial. A escolha O debate não é e nem deve ser sobre custo e sim sobre responsabilidade. Empresas maduras e responsáveis entendem que acesso remoto não é apenas “entrar no ambiente”. É proteger o caminho até ele. Ferramentas gratuitas podem cumprir um papel pontual, educacional ou temporário. Mas quando utilizadas para acessar sistemas estratégicos, tornam-se um risco estrutural.  A escolha da solução de acesso remoto passou a ser um indicador claro do nível de maturidade digital de uma organização. Será que sua empresa tem essa maturidade baseada na performance, segurança, conformidade e gestão? Você sabia que a fiandeira tecnologia é lider no fornecimento de soluções de acesso remoto para ambientes críticos e é lider no setor elétrico onde ajuda redes OT e TI a acessarem sistemas de alta demanda gráfica necessários para o gerenciamento e monitoramente da rede de distribuição, Transmissão e Geração de energia?
21 de julho de 2026
O risco silencioso que muitas empresas ignoram. Prejuízos milionários, danos à reputação e perda de vantagem competitiva podem surgir de algo aparentemente banal tal como uma simples foto de tela . Sem invasão de sistemas. Sem quebra de criptografia. Sem ataque hacker. Apenas alguém apontando um celular para um monitor. Isso poderia estar acontecendo agora dentro da sua operação? Posso arriscar a resposta pois essa situação é mais comum do que aparenta. Então, SIM! O ponto cego da segurança corporativa As empresas têm investido pesadamente em proteção digital. Firewalls avançados, autenticação multifator, criptografia de dados e monitoramento de endpoints tornaram-se parte da rotina em ambientes corporativos. Pense quando aparecem informações sensíveis na tela do seu laptop. Esse momento é ignorado solenemente pela maioria das empresas. Quando dados sensíveis são exibidos, grande parte das ferramentas tradicionais de segurança simplesmente deixa de atuar. É nesse instante que surge o chamado vazamento visual à alguém observa ou fotografa a tela contendo informações confidenciais sem precisar contornar qualquer mecanismo lógico de proteção. Como identificar a origem de uma fotografia que traz os dados sensíveis e que está sendo vendida? Ou então sendo divulgada por meio de redes sociais? Se a imagem traz informações como marcas d´água e metadados, pode-se avaliar e analisar o cenário e a situação que ocorreu o vazamento. Às vezes, uma pessoa terceira fotografou a tela de um atendente e assim pode-se determinar quem é que esteve naquele local e horário específico. No Brasil, o risco tende a ser ainda maior. Operações terceirizadas, alta rotatividade de equipes e fluxo constante de visitantes, tais como auditores, parceiros, consultores ou prestadores de serviço, ampliam significativamente as oportunidades de captura indevida de informações. Dados de clientes, modelos de crédito, estratégias comerciais ou projetos em desenvolvimento podem ser expostos em segundos e sem estarmos atentos ao que acontece. A força dissuasória da marca d’água em tela A marca d’água dinâmica aplicada diretamente na tela não funciona apenas como mecanismo de rastreabilidade. Ela também influencia o comportamento humano. Quando o usuário visualiza seu nome, identificação, data, horário e dados do dispositivo sobrepostos ao conteúdo exibido, a percepção muda imediatamente: qualquer imagem daquela tela pode ser atribuída a ele . O mesmo acontece para um terceiro que está realizando um trabalho nas proximidades ou até mesmo executando uma manutenção num determinado momento junto a uma estação de trabalho com a tecnologia de marca d´água. A imagem ou captura de tela com a amostragem do ip, nome, id, horário pode facilmente se determinar se o vetor do vazamento foi o próprio usuário ou algum desses outros terceiros. Pesquisas em psicologia social mostram que simples indícios de monitoramento são suficientes para alterar a forma como as pessoas agem. Experimentos clássicos demonstram que símbolos associados à vigilância reduzem comportamentos oportunistas e aumentam o respeito a normas sociais. No ambiente corporativo, a lógica é semelhante. A marca d’água atua como um lembrete permanente de que a ação é rastreável. Esse efeito psicológico fortalece mecanismos de autocontrole e desencoraja condutas inadequadas, intencionais ou impulsivas. Empresas que passaram a utilizar marca d’água personalizada em documentos e capturas de tela relatam exatamente esse fenômeno: a simples presença da identificação do usuário já reduz significativamente a probabilidade de vazamentos. LGPD e a necessidade de controles proporcionais ao risco Sob a perspectiva regulatória, a Lei Geral de Proteção de Dados exige que empresas adotem medidas técnicas e administrativas adequadas para proteger informações pessoais contra acessos não autorizados ou incidentes de segurança. Isso envolve governança, monitoramento e capacidade de investigação. Em outras palavras, a empresa deve ser capaz de demonstrar que possui mecanismos para identificar a origem de um vazamento e responder de forma estruturada. Logs centralizados, trilhas de auditoria e mecanismos que associem ações a usuários específicos são considerados boas práticas em diversos frameworks de segurança, incluindo recomendações do NIST para mitigação de ameaças internas. Quando a marca d’água de tela é integrada a sistemas de registro de atividades e análise de comportamento, cria-se uma camada adicional de prevenção e uma base sólida para investigação. Setor financeiro: telas que acumulam tesouros Em bancos, fintechs, seguradoras e cooperativas, o monitor do analista ou do atendente frequentemente exibe exatamente aquilo que a instituição mais precisa proteger. Histórico financeiro de clientes, dados cadastrais, limites de crédito, estratégias de precificação e modelos antifraude aparecem diariamente na tela. Entre os cenários mais comuns de vazamento visual nesse ambiente estão: equipes terceirizadas de manutenção ou limpeza circulando por áreas sensíveis com estações desbloqueadas; consultorias externas participando de projetos estratégicos e visualizando dados confidenciais; profissionais de suporte técnico com acesso visual a módulos críticos do core banking. Ferramentas tradicionais de segurança não impedem que alguém registre uma imagem da tela com um smartphone. Tecnologias como Fasoo Smart Screen atuam justamente nesse ponto crítico: inserem marcas d’água visíveis e invisíveis, bloqueiam capturas de tela e registram eventos relacionados à exibição de conteúdo sensível. Além da proteção técnica, a identificação permanente do usuário na tela cria um poderoso efeito dissuasório. Call centers e BPOs: dados sensíveis em ambientes de alta rotatividade Operações de atendimento lidam diariamente com grandes volumes de informações pessoais e financeiras. Mesmo quando existem restrições de USB, bloqueio de impressão e sistemas de DLP, o risco de fotografias de tela permanece aberto, tanto no ambiente físico quanto em modelos de trabalho remoto. A aplicação de marca d’água com identificação do operador e da estação oferece três benefícios claros: dissuasão comportamental , ao tornar visível a responsabilidade individual; capacidade forense , permitindo identificar o usuário associado a um vazamento; evidência de governança , essencial para auditorias e para prestação de contas a clientes e reguladores. Esses controles reforçam a exigência da LGPD de adoção de medidas proporcionais ao risco e de manutenção de registros que permitam investigar incidentes. Quando a propriedade intelectual aparece na tela Em ambientes de pesquisa, engenharia, design industrial ou desenvolvimento tecnológico, o monitor muitas vezes exibe o ativo mais valioso da empresa. Projetos, fórmulas, modelos CAD, códigos-fonte e roadmaps estratégicos tornam-se visíveis a qualquer pessoa presente no ambiente. A aplicação de marca d’água dinâmica e o bloqueio de captura de tela ajudam a desencorajar a coleta indevida dessas informações e aumentam significativamente a capacidade de investigação caso uma imagem venha a circular externamente. O momento mais vulnerável da informação Proteger apenas arquivos, redes ou endpoints já não é suficiente. Quando o dado aparece na tela, ele deixa a zona de atuação da maioria das ferramentas tradicionais de segurança. É exatamente nesse momento que o vazamento visual ocorre. A combinação de marca d’água dinâmica, bloqueio de captura de tela, registro de eventos e análise de comportamento cria uma nova camada de proteção focada no ponto onde a informação se torna mais vulnerável. Mais do que um recurso técnico, trata-se de um mecanismo que também atua sobre o fator humano que é um dos principais vetores de incidentes internos.  E essa capacidade de prevenção e rastreabilidade pode fazer toda a diferença entre um incidente controlado e uma crise corporativa, especialmente em setores mais regulados.
Diagrama circular roxo e rosa sobre “Arquitetura Holística de Segurança Centrada em Dados”, com etapas ao redor.
Por Luis Figueiredo 18 de julho de 2026
Entenda como a segurança de dados é uma arquitetura de maturidade organizacional. Proteja seus ativos com o modelo DCZT.

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